O deputado federal Arthur Maia, presidente da CPMI, entende que o Brasil vive em plena democracia, tomando como referência a “enorme” liberdade de imprensa que vislumbra.
É difícil avaliar se estamos diante de um típico caso de alienação, indiferença, ou mesmo de conivência com a flagrante censura e perseguição imposta pelo Poder Judiciário, há muitos meses, ao jornalismo produzido pelo espectro político liberal-conservador.
O Poder Executivo, por sua vez, nos presenteou com o exemplo inconteste (e vergonhoso) do repórter da Globo News que confessou, ao vivo, ser pautado por um ministro de Lula.
Tal alinhamento explica a perseguição virulenta do conglomerado jornalístico da família Marinho aos “bolsonaristas”, como contrapartida às verbas milionárias de publicidade do governo petista, sagazmente direcionadas às compras:
– das “opiniões” publicadas pelo mainstream;
– das “notícias” que merecem reverberar;
– dos fatos inconvenientes que devem ser ocultados, ou ignorados.
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