Durante o programa ALive desta sexta-feira (02), o apresentador Claudio Dantas e o jornalista Silvio Navarro (União), candidato a deputado federal por SP, defenderam que Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) desistam de disputar a Presidência neste ano e, já no 1º turno, declarem voto em Flávio Bolsonaro (PL).
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Segundo Dantas, os três deveriam ser chamados à reflexão sobre o que aconteceu ontem (1º) durante o debate de presidenciáveis da Globo. O debate acabou cancelado após uma sequência de decisões judiciais e das desistências de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), sendo que o senador deixou de participar somente após as medidas.
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Estela Aranha proibiu a Globo de manter no estúdio o púlpito reservado a Lula e de permitir que os candidatos presentes dirigissem perguntas ao petista. Em seguida, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto.
“Você tem que chamar essa turma aí e falar assim, vocês ficaram satisfeitos com o que aconteceu ontem? Vocês disseram que não. Vocês, pela primeira vez, começaram a entender que nós estamos numa ditadura. Então, o único jeito é a união”, afirmou Dantas.
Navarro, na sequência, defendeu a união em torno de Flávio e disse que o que impede os três de desistir é a “vaidade”: “[…] A palavra que define e resume é vaidade. Com exceção do caso do Missão, do MBL, que eu acho que, nas últimas horas, já deixou bem claro que tá disposto a fazer bagunça, tá aí pela bagunça. Em relação ao Zema e o Caiado, é vaidade, é a individualidade”.
“Nós compreendemos muito antes, eu tô falando isso desde 2025, que o Brasil só tem um caminho. É quem Jair Bolsonaro indicar, e ele indicou Flávio Bolsonaro”, afirmou, destacando ainda que muita gente está entendendo isso, mas não todos.
“Por que a gente vai insistir em procurar um outro caminho, deixar pra depois o que depois pode não ser solúvel, o que depois pode não ser crível?”, indagou. Disse, na sequência, que o Brasil pode ter a eleição, caso vá para o 2º turno, “embargada” pelo STF por meio de um “tapetão”: “Ninguém coloca um comunista no Supremo à toa”.
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