A campanha de Lula criou uma fake news dizendo que Flávio Bolsonaro estava planejando retirar de Nossa Senhora o título de padroeira do Brasil. A mentira rapidamente foi espalhada por influenciadores e militantes sob a coordenação de funcionários da Secretaria de Comunicação da Presidência. Diante do claro crime eleitoral, André Mendonça determinou a remoção do conteúdo distribuído por centenas de perfis. Há pouco, num ato desesperado e criminoso, Flavio Dino resolveu derrubar a decisão do ministro do TSE.
✅ Siga o canal do Claudio Dantas no WhatsApp
Eu só posso dizer ao ministro mais vaidoso do Supremo que continue. Vá lá, Dino! Eleja Flávio Bolsonaro.
Trata-se de uma decisão tão truculenta quanto estúpida, bem parecida com a que restituiu Andrei Rodrigues no comando da Polícia Federal e também com o vazamento do celular de Daniel Vorcaro. Em todos os casos, o tiro saiu pela culatra. Enquanto o acesso total da imprensa às mensagens do banqueiro serviu para expor ainda mais o comprometimento de Lula e de seus aliados com o banqueiro bandido, a decisão sobre o delegado petista nos levou ao show de horrores do dia 15 de setembro — a sessão mais vergonhosa da história do STF que enojou até os brasileiros menos engajados na política.
Ao dobrar a aposta na fake news contra Nossa Senhora, Dino dará ainda mais exposição ao tema, ajudando a fixar na mente de cada eleitor que Lula e o PT são capazes de “fazer o diabo” para permanecer no poder, tudo o que uma democracia não comporta. O ministro também ajuda a cavar ainda mais fundo a própria cova do tribunal, aprofundando também o nível de indignação social contra uma gente que gosta muito de acusar os outros daquilo que eles mesmos fazem. Orgias com o dinheiro alheio, estupro constitucional e completo desrespeito às regras de um Estado Democrático de Direito.
A ganância despudorada é o vírus de todo sistema autoritário de poder.
Não vejo a hora de Edson Fachin convocar novamente o plenário do Supremo, para uma segunda sessão de tortura à Constituição. Se a Justiça dos homens não é capaz conduzir o Brasil para o caminho da moralidade, da liberdade e da prosperidade, talvez a Justiça divida o faça. Afinal, Nossa Senhora é considerada o maior modelo cristão de fé, humildade e fortaleza. Como figura central da Igreja e discípula por excelência, Maria personifica as principais virtudes humanas e espirituais que servem de inspiração para nossa vida cotidiana.
Ao profanar o nome de Maria, jogando-o na lama da disputa eleitoral, Lula, Flávio Dino e toda a esquerda desafiam o Senhor dos Exércitos, aquele que governa o destino das nações, que estabelece a justiça e traz a verdadeira paz. Os fiéis eleitores da segunda maior nação cristã do planeta agora estão convocados a impor, nas urnas, a maior derrota que essa gente diabólica já experimentou. E no primeiro turno!
