Candidato assassinado do Equador era perseguido por regime de esquerda de Rafael Corrêa, amigo de Lula, e ficou exilado no Peru até o esquerdista sair do poder; entenda a história

Fernando Villavicencio (foto) ficou conhecido no mundo na noite de ontem, quarta-feira (9), após ser assassinado durante um evento de sua campanha presidencial no Equador.

Ele foi assassinado com três tiros na cabeça depois de deixar um comício na capital do país, Quito.

Um suspeito ainda não identificado foi morto em confronto com a polícia, informaram as autoridades equatorianas.

O partido de Villavicencio, Movimiento Construye, publicou na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, que homens armados também atacaram seus escritórios na capital.

O recém-eleito deputado tinha a luta contra a corrupção como principal bandeira e já era um figura marcada na política equatoriana havia anos.

Villavicencio surgiu no cenário político como um líder sindical na estatal petrolífera, Petroecuador, e se tornou um protagonista na exposição de um escândalo de corrupção na gestão do presidente Rafael Correa na década passada.

Fonte TBN – Link Original

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